praticar swing

Praticar swing, gosto e quero!

O mais normal num casal é que após vários anos de relacionamento, queira mudar um pouco a sua vida sexual e a sua rotina. A próxima história é o testemunho de dois leitores que quiseram praticar swing e tiveram imenso sucesso!

“Olá, sou a Mara e tenho 27 anos e o meu namorado Fábio tem 31 anos. Estamos juntos há mais de 7 anos e somos muito felizes, mas de à um ano que sentimos que a nossa vida sexual simplesmente estagnou, já não tínhamos muito prazer quando fazíamos sexo e as posições eram sempre as mesmas.

Durante algum tempo tentámos esquecer, visto que em todos os outros aspectos da vida em conjunto tudo corria super bem somente no campo sexual é que não havia sucesso para mudar!

Tentámos de tudo e só depois falamos sobre praticar swing!

Muito honestamente, enquanto mulher sentia medo que o Fábio começasse a olhar e a sentir interesse por outras mulheres depois de experimentarmos swing, se bem que chegámos à conclusão que o medo era mútuo, apenas não quisemos admitir as primeiras vezes em que tivemos a discussão de praticar swing.

Enquanto homem, tive sérios problemas quanto a admitir que poderia eventualmente ter ciúmes por ver a minha namorada e companheira sexual de tantos anos ser penetrada por outro homem.

Mas após várias e longas conversas sobre swing, decidimos procurar mais informações sobre o assunto, é que infelizmente não há muita informação a ser transmitida da maneira mais correcta.

Decidimos frequentar o primeiro bar/casa de swing, como lhe quiserem chamar. Achámos que iríamos preparados para qualquer situação mas não estávamos sequer mentalmente preparados para termos sexo com outras pessoas. Afinal de contas, praticar swing não é tão fácil como se pensa.

Tínhamos a ideia de que ao entrar num bar de swing podíamos começar logo a falar com as pessoas e o primeiro contacto seria falar sobre sexo, pois enganamo-nos redondamente. Além de todos os frequentadores do bar se terem começado a rir, foram extremamente simpáticos e informaram-nos que primeiro devíamos de conhecer melhor o local e definir também as nossas regras.

O Carlos e a Luísa, um casal swinger, cujos nomes são fictícios, pois a privacidade e o sigilo são algo que realmente preservamos. Este casal foi precioso para nos ajudar a integrar neste estilo de vida que desconhecíamos completamente mas que acabamos nos apaixonar.

Na nossa primeira noite, acabamos por ficar apenas à conversa com este casal, durante horas, fizeram o favor de nos explicar como funcionava o bar e que tinhamos que ter calma pois apesar de todos querermos sexo há regras que têm que ser cumpridas até mesmo entre o casal.

A decisão fulcral foi que chegámos à conclusão que ambos queriamos mudar a nossa vida sexual e que faltava o factor novidade no nosso relacionamento, pois então, nada melhor que estarmos com outras pessoas para que a situação fique resolvida.

Deliberámos e escolhemos um novo parceiro sexual para cada um. Mas havia um pormenor, primeiro vi uma mulher envolvida com o Fábio para ter a certeza que não teria ciúmes, estava tudo a correr muito bem tirando o facto de me sentir tão excitada que tive que me juntar à festa.

Na segunda experiência sexual foi ao contrário, tive com um homem, será de reforçar a ideia que ambos estivemos de acordo para escolher os novos parceiros sexuais. O Fábio ao inicio sentiu-se um pouco constrangido pela situação e retirou-se, tive que interromper o acto sexual para saber se estava tudo bem.

Como ele se sentiu um pouco incomodado convidei-o a juntar-se, assim tivemos o nosso segundo “ménage à trois”. Nunca tinha pensado em ter relações sexuais com dois homens ao mesmo tempo mas para meu espanto adorei a experiência e o Fábio também se sentiu extremamente bem com toda a situação.

Todas estas experiências sexuais foram uma bênção para o nosso relacionamento amoroso, mas achámos que podíamos ir ainda mais além pois havia e continua a haver plena confiança entre nós para sabermos distinguir os nossos sentimentos, o amor que nos une e o que queremos do sexo.

Praticar swing em privado é bem melhor!

O casal que acima referimos, acabámos por nos tornar grandes amigos e como tal não quisemos que as coisas ficassem estranhas caso o sexo não fosse bom ou algo do género. Por isso, eles apresentaram-nos novos amigos, a Livia e o Carlos. Este novo casal está junto há mais de dez anos, e praticam swing há mais de cinco e são completamente felizes.

Numa festa privada dada pelos nossos amigos, eles foram-nos apresentados e de imediato sentimos uma ligação forte. Nem foi preciso falar em privado para sabermos que queríamos fazer troca de cais.

Como o local onde a festa foi organizada era amplo, optámos por ir para um quarto onde pudéssemos ter mais privacidade. O quarto era grande e tinha duas camas de casal e ainda um mini-bar. A conversa prolongou-se durante duas horas antes de decidirmos ter contacto físico mas a química e a atracção tornou-se inevitável.

As mulheres tiraram os vestidos e os homens ficaram de roupa interior, começámos por nos acariciar cada casal trocou de parceiro sexual e a excitação e desejo penetrou-nos a todos.

Foi utilizada protecção, essa foi uma das grandes que tanto eu como o Fábio impusemos desde inicio, não há sexo sem preservativos mas a parte boa é que podemos fazer sexo oral, vaginal e anal se assim o quiser!

Sentir prazer por ser penetrada pelo Carlos mas ao mesmo tempo senti as mãos da Livia a percorrerem as minhas costas e a tocarem nas minhas mamas. O Fábio enquanto tocava na Livia ainda conseguiu disponibilizar uma mão para as minhas mamas.

Ambos sentimos prazer por estarmos com outras pessoas mas ao mesmo tempo, não quisemos perder contacto um com o outro e o outro casal sentiu exactamente a mesma coisa. Não podia ter-me sentido mais molhada só de ver o meu companheiro sexual a penetrar outra mulher!

Ainda hoje continuamos a ter relações sexuais com esse casal mas também gostamos de experimentar relacionamentos com outras pessoas!

Experimentem o swing e verão como a vossa relação amorosa fica melhor ainda!”.

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